"O largo não é um lugar de passagem. Há movimento grande de pedestres
na rua de baixo, onde tem comércio. O conceito do parklet é bom, mas
sem planejamento e diálogo com a comunidade não funciona", diz o
metalúrgico Ernesto Gonçalves, de 27 anos, frequentador da igreja. A
Subprefeitura de Itaquera informou que realizará um estudo para analisar
a permanência da estrutura no local.
Na Casa Verde, zona norte, a Prefeitura resolveu instalar a minipraça
na frente de duas escolas municipais, em via de mão dupla, com
característica residencial. Os moradores temem que o parklet passe a ser
ponto de encontro dos jovens no período noturno, o que atrapalharia o
sossego. Além disso, o espaço pode provocar acidentes, pois está no meio
da rua, sem proteção de carros estacionados nas laterais.
Na quarta-feira, a reportagem presenciou vários veículos, incluindo ônibus, avançando na pista contrária para ultrapassar o novo equipamento. "Isso aqui é muito perigoso. Ninguém aqui da rua está contente", disse um morador que não quis se identificar. Segundo a Prefeitura, a via foi escolhida por causa da creche e também porque recebe às sextas-feiras um ônibus-biblioteca para empréstimos de livros.
Quem trabalha em São Miguel Paulista, zona leste, está satisfeito com o espaço inaugurado na Rua José Otoni, na frente do calçadão comercial. "Achei legal instalar bancos para a gente sentar e descansar. Só espero que cuidem da manutenção", disse a auxiliar de limpeza Izabel Cristina, de 48 anos. Com informações do Estadão Conteúdo.
Na quarta-feira, a reportagem presenciou vários veículos, incluindo ônibus, avançando na pista contrária para ultrapassar o novo equipamento. "Isso aqui é muito perigoso. Ninguém aqui da rua está contente", disse um morador que não quis se identificar. Segundo a Prefeitura, a via foi escolhida por causa da creche e também porque recebe às sextas-feiras um ônibus-biblioteca para empréstimos de livros.
Quem trabalha em São Miguel Paulista, zona leste, está satisfeito com o espaço inaugurado na Rua José Otoni, na frente do calçadão comercial. "Achei legal instalar bancos para a gente sentar e descansar. Só espero que cuidem da manutenção", disse a auxiliar de limpeza Izabel Cristina, de 48 anos. Com informações do Estadão Conteúdo.
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