Geraldo soube do acontecido e foi até à casa da mãe, para provar que
estava vivo. Ao chegar lá, deparou-se com um caixão no meio da sala e
pessoas de luto chorando. A chegada do suposto morto não passou
despercebida, e muitas pessoas começaram a passar mal, sair correndo e
até desmaiar, achando que se tratava de um fantasma.
"Aí, tratei de acalmar minha família. Despertamos minha ex-mulher,
abracei todo mundo e fiquei esperando minha mãe chegar. Ela estava no
cemitério, acertando os detalhes do meu sepultamento. Quando voltou, a
pobre nem conseguia acreditar que eu continuava vivinho da silva. Me
abraçou cheia de alegria! Depois, a polícia apareceu e levou meu
sósia!", relata o lavador de carros. Agora, Geraldo tem que provar na
justiça que está vivo. O verdadeiro morto já foi identificado e
enterrado, segundo a publicação.
sábado, 23 de janeiro de 2016
Homem vai ao próprio velório para provar que estava vivo
Um homem que não via a família há quatro meses teve que ir ao
próprio velório para provar para sua família que estava vivo. O caso
aconteceu em Alagoinhas (BA). Geraldo Araújo, de 41 anos, saiu de sua
cidade para trabalhar como lavador de carros e ajudar a sustentar seus
dois filhos. A família de Geraldo, que havia perdido contato com ele,
recebeu a notícia de que o lavador de carros havia morrido em um
tiroteio. Ao se dirigirem ao Instituto Médico Legal (IML), a fmãe de
Geraldo se deparou com um homem com as mesmas características físicas e
atestou que o corpo era mesmo do filho. "O cara tinha a minha altura, a
minha cor, o meu corte de cabelo, a mesma barbicha e até os dentes da
frente faltando, igualzinho a mim!", contou o vivo em entrevista à
revista Sou Mais Eu.
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