Giselle chegou ao Brasil na década de 1960, depois de ter atuado, na
juventude, como espiã da resistência francesa durante a Segunda Guerra
Mundial. Em sua estadia no Rio, se iniciou no candomblé, se tornou mãe
de santo e assumiu o nome Omindarewa. Seu terreiro em Santa Cruz da
Serra, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, tem cerca de 300 filhos
de santo.
O integrante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio
Ivanir dos Santos disse que a história da conversão de Giselle ao
candomblé ocorreu em um momento em que a religião era alvo de
preconceito e discriminação. "Ela se converteu da maneira mais
tradicional ao candomblé, em sua raiz. Virou uma verdadeira embaixatriz
da cultura africana."
Diretor de Intercâmbio Cultural do Consulado da França no Rio, Bertrand Rigot-Muller, classificou a trajetória de vida da antropóloga como "completamente fora do comum". "Ela buscou se aproximar das tradições do brasileiro, que é espiritual por cultura." O enterro ocorrerá às 16 horas de hoje no Cemitério da Ordem Terceira da Penitência, na zona norte. Com informações do Estadão Conteúdo.
Diretor de Intercâmbio Cultural do Consulado da França no Rio, Bertrand Rigot-Muller, classificou a trajetória de vida da antropóloga como "completamente fora do comum". "Ela buscou se aproximar das tradições do brasileiro, que é espiritual por cultura." O enterro ocorrerá às 16 horas de hoje no Cemitério da Ordem Terceira da Penitência, na zona norte. Com informações do Estadão Conteúdo.
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